Julho é o mês óbvio: férias no Brasil, verão no Canadá, camps lotados. Mas existe uma segunda janela que quase ninguém no mercado brasileiro explica — e ela resolve um problema que julho não resolve.
Por que janeiro, e não julho
As férias de janeiro no Brasil são as longas: dezembro a fevereiro, com o ano letivo encerrado atrás e o próximo ainda não começado. O adolescente viaja, volta e retoma a escola sem ter perdido nada — nem prova, nem conteúdo, nem posição na turma.
Em julho, as férias brasileiras são curtas e caem no meio do ano letivo. Cabe um camp de duas ou três semanas, mas o calendário aperta. Em janeiro, cabe mais tempo com muito menos conflito.
O inverno é o programa, não o obstáculo
Vale dizer sem rodeio: janeiro é o auge do inverno canadense. Temperaturas negativas, dias curtos, neve de verdade. Para um adolescente brasileiro que nunca viu neve, isso não é desconforto — é o motivo da viagem.
A cidade funciona normalmente no frio, que é a parte que assusta quem nunca foi. Transporte público roda, escola abre, shopping conecta por túnel. O equipamento certo — bota impermeável e casaco com classificação de temperatura — resolve o problema físico, e ele entra na mala pronta.
O que costuma pegar não é o frio, é a falta de luz: escurece por volta das quatro da tarde entre novembro e fevereiro. Em três ou quatro semanas isso vira curiosidade; em quatro meses seria outra conversa.
Como é o programa
Em janeiro a LC leva grupos de adolescentes de 13 a 17 anos para Toronto e Vancouver, em férias em grupo, com os group leaders de cada programa. De manhã tem aula de inglês numa escola credenciada; à tarde, atividade supervisionada — no inverno, os programas de neve entram na rotina.
- Duração de 2 a 4 semanas
- Residência estudantil supervisionada ou casa de família aprovada
- Transporte e atividades com supervisão
- Group leaders do programa com a turma, e contato direto da LC com a família durante a viagem
O valor depende da duração e da acomodação, e sai fechado em reais no orçamento, com todas as taxas listadas.
Para quem faz mais sentido
Para a família que não quer que o intercâmbio dispute com o ano letivo brasileiro — que é a maioria. E para o adolescente que já tem alguma autonomia: morar com uma família canadense e se deslocar sozinho até a escola exige mais do que a vida de campus fechado do camp de verão.
Também é o melhor ensaio que existe para quem pensa em high school no futuro. Três semanas de inverno canadense com casa de família dizem, na prática, se o seu filho encara um ano inteiro.
Quando começar a organizar
Janeiro fecha entre agosto e outubro. Parece cedo, mas as vagas de casa de família são o gargalo: a seleção considera perfil, alergias e localização, e as boas casas são combinadas com meses de antecedência.
Quem procura em novembro normalmente ainda consegue, mas escolhe menos. Quem procura em dezembro está negociando com o que sobrou.
Os planos de janeiro estão reunidos em intercâmbio de janeiro no Canadá, incluindo o mini high school em Toronto, de 2 a 4 semanas numa escola canadense. O checklist de documentos está em documentos para menor viajar.































