LC Intercâmbio
Sydney Opera House vista da baía ao entardecer

O visto que deixa trabalhar.

O subclass 500 cobre de curso de inglês a pós-graduação e autoriza 48 horas de trabalho por quinzena. Em troca, exige mais do que o processo canadense — e o critério de maior peso não é documento, é redação.

Visto
Subclass 500
De curso de inglês a pós-graduação
Trabalho
48 h
Por quinzena, com o curso em andamento
Comprovação
AUD 29.710
Por ano, além do curso e da passagem
Seguro
OSHC
Obrigatório por todo o período do visto
Quem faz o quê

A LC prepara. Quem protocola é registrado.

O que a LC faz

  • Escolha da escola e do programa, com a carta de aceite
  • Organização e conferência de toda a documentação acadêmica
  • Orientação sobre prazos, biometria e o que cada etapa exige
  • Seguro, acomodação, transfer e o acompanhamento no destino

Agente educacional credenciada AEATC e CCEA

O que o agente registrado faz

  • A aplicação do visto em si, do protocolo ao acompanhamento
  • A avaliação do seu caso à luz da regra migratória
  • A representação perante o órgão de imigração, quando cabe
  • A orientação sobre histórico, recusas anteriores e exceções

Registro MARAagentes de migração registrados

Fazemos essa divisão explícita porque ela é obrigatória, não por formalidade: aconselhamento de imigração mediante remuneração é atividade regulada, e só profissionais registrados podem exercê-la. As credenciais da LC habilitam a orientar sobre escola, curso e preparação de documentos — que é o que está descrito nesta página. A decisão sobre qualquer visto é exclusiva do governo do país de destino.

O Genuine Student é o coração do processo

Na Austrália, o critério de maior peso não é a pilha de documentos — é o Genuine Student, que substituiu o antigo GTE em 2024. Ele consiste em respostas escritas explicando por que aquele curso, por que aquela escola, por que a Austrália, e como isso se encaixa na sua trajetória.

É a parte do processo em que mais se erra por conta própria. Resposta genérica, copiada de modelo da internet ou traduzida sem contexto é exatamente o que levanta suspeita. O que funciona é coerência: o curso conversa com a sua formação ou com o seu plano de carreira, e você consegue explicar isso.

Vale saber que a orientação oficial pede avaliação holística e diz expressamente que os fatores não devem ser tratados como checklist. Ou seja: não existe uma resposta certa. Existe a sua história contada com clareza.

Comprovação financeira, com histórico

A exigência para o solicitante principal é de AUD 29.710 por ano de custo de vida, somada à primeira anuidade do curso e à passagem de volta. Acompanhantes — cônjuge e filhos — somam valores próprios.

Mais importante que o valor é a procedência. Os recursos precisam ser verificáveis e de origem legítima, e o histórico da conta pesa: dinheiro que apareceu de uma vez na semana passada costuma gerar pedido de explicação. Três a seis meses de histórico é o que se recomenda.

Some ainda o bond do aluguel na sua conta pessoal de planejamento — quatro semanas de caução mais duas adiantadas, pagas na assinatura do contrato. Isso não entra no processo do visto, mas entra na sua vida no primeiro mês.

Inglês: entrada direta ou pacote com ELICOS

Desde agosto de 2025, a referência para entrada direta em curso acadêmico é IELTS 6.0 ou equivalente. Quem está abaixo disso não fica de fora: dá para combinar o curso principal com um período de ELICOS antes — cerca de 10 semanas para quem tem 5.5, e 20 semanas para quem tem 5.0.

Para quem vai fazer só o curso de inglês, a exigência é menor ou inexistente, porque o curso é justamente esse. É o caminho de quem está começando.

Um detalhe de transição que ainda vale: testes feitos até 6 de agosto de 2025 seguem válidos por até 36 meses, pelas regras antigas.

O que os números do próprio governo mostram

Vale calibrar expectativa com dado real. No relatório do Home Affairs referente ao trimestre encerrado em junho de 2025, a taxa de concessão de visto de estudante protocolado fora da Austrália foi de 90,1% no geral — mas com uma diferença grande por setor: 92,9% no ensino superior e 53,7% no setor VET.

Ou seja: o profissionalizante é onde a Austrália mais recusa. Isso não significa evitar VET — significa que quem vai por esse caminho precisa de preparação mais cuidadosa, sobretudo na coerência entre o curso escolhido e a própria trajetória.

É honesto dizer isso antes, e não depois de uma recusa.

Documentos

O que você vai precisar reunir.

  • 01

    CoE

    Confirmation of Enrolment, emitido pela escola depois da matrícula. Sem ele não há processo.

  • 02

    OSHC

    Seguro saúde obrigatório, cobrindo todo o período do visto. É condição para a concessão.

  • 03

    Genuine Student

    As respostas escritas sobre curso, escola e trajetória. O item de maior peso na avaliação.

  • 04

    Comprovação financeira

    Custo de vida, primeira anuidade e passagem, com histórico de conta que sustente a origem.

  • 05

    Comprovação de inglês

    IELTS, PTE ou TOEFL conforme o curso — ou o pacote com ELICOS, para quem está abaixo da entrada direta.

  • 06

    Passaporte e histórico

    Passaporte válido pelo período, mais documentação acadêmica e, quando houver, o histórico de vistos anteriores.

Quer saber o que já está pronto no seu caso?

A triagem é uma checagem de prontidão: em poucos minutos ela mostra quais documentos você já reúne e quais faltam. Ela não avalia o seu caso nem prevê resultado — isso não se faz por formulário. O que vier de lá é ponto de partida para a consultoria.

Fazer a checagem de prontidão
Dúvidas

As perguntas que sempre aparecem.

O visto de estudante permite trabalhar?
Permite, e é a diferença mais importante entre a Austrália e o Canadá. O subclass 500 cobre desde curso de inglês (ELICOS) até pós-graduação, e autoriza até 48 horas de trabalho por quinzena enquanto o curso está em sessão — sem limite durante as férias programadas. Quem faz mestrado por pesquisa ou doutorado não tem limite de horas.
Quanto preciso comprovar?
A exigência de custo de vida para o solicitante principal é de AUD 29.710 por ano, além da primeira anuidade do curso e da passagem de volta. Acompanhantes somam valores próprios. Os recursos precisam ser verificáveis e ter histórico — depósito grande e recente costuma gerar pedido de explicação.
O que é o Genuine Student?
É o critério que substituiu o antigo GTE em 2024, e o de maior peso na avaliação. Não é um formulário de múltipla escolha: são respostas escritas em que você explica por que escolheu aquele curso, aquela escola e aquele país, e como isso se encaixa na sua trajetória. É a parte do processo que mais se beneficia de preparação.
Preciso comprovar inglês?
Depende do curso e do seu perfil. Desde agosto de 2025, a referência para entrada direta é IELTS 6.0 ou equivalente. Quem está abaixo disso pode combinar o curso principal com um período de ELICOS — 10 semanas para IELTS 5.5, 20 semanas para 5.0. Para quem vai fazer só o curso de inglês, a exigência é menor ou inexistente, já que o curso é justamente esse.
O OSHC é mesmo obrigatório?
É condição do visto, pela condição 8501, e precisa cobrir todo o período. Não é opcional nem negociável. Ele não cobre dentista, óculos nem fisioterapia — para isso existe cobertura extra, vendida à parte. A LC contrata junto com o processo para não virar surpresa depois.
Posso dizer que quero ficar na Austrália depois?
O Genuine Student não exige que você prometa voltar, e intenção de continuar no país não é, por si só, motivo de recusa — a orientação oficial é de avaliação holística e diz expressamente que os fatores não devem ser usados como checklist. O que muda é o cuidado: quem pretende seguir na Austrália precisa articular isso com mais clareza na redação, e é aí que a preparação faz diferença.
A LC faz a aplicação do visto?
A LC prepara: escolhe a escola, obtém o CoE, organiza a documentação, contrata o OSHC e orienta sobre a redação do Genuine Student. A aplicação em si é protocolada por agente de imigração registrado na MARA — é atividade regulada na Austrália, e as credenciais da LC são de agente educacional.

O processo começa pela escola.

Sem carta de aceite não há processo de visto. A gente começa por aí — escolhendo o programa que faz sentido para o seu objetivo — e o agente registrado entra quando a documentação está pronta.

Rede de parceiros

Parceiros e instituições que trabalham com a gente.

Escolas de idioma, colleges, universidades, high schools, seguro saúde e agentes de migração registrados — no Canadá, na Austrália e no Brasil.

  • ILAC — International Language Academy of Canada
  • ILAC International High School
  • Hansa Language Centre
  • Edu-inter
  • Centennial College
  • Seneca Polytechnic
  • Toronto Film School
  • IBU — International Business University
  • Trinity Institute (Australia)
  • AIOE — Australian Institute of English
  • Australian Pacific College
  • Mercury Colleges
  • Waratah Polytechnic
  • MigrateWise Solutions — agentes de migração registrados
  • ILAC Teen Programs
  • Great Lakes College of Toronto
  • RCIIS — Royal Canadian Institute of International Studies
  • Tamwood Camps
  • Humber Polytechnic
  • George Brown Polytechnic
  • Yorkville University
  • GuardMe Canada
  • ACIS — Australian College of International Studies
  • Australian Language Centre
  • ASIA — Astral Skills Institute of Australia
  • Sydney Global College
  • AnnaLink OSHC-Students
  • Colégio Carlos Drummond de Andrade
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